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TRATAMENTOS BIOLÓGICOS. COMPLEMENTAÇÃO SAUDÁVEL.

ANDRÉ PARAÍSO FORTI

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A COMBINAÇÃO COM TRATAMENTOS BIOLÓGICOS, POTENCIALIZA A MELHOR ABORDAGEM EM DIVERSAS CONDIÇÕES ORTOPÉDICAS, NUM PACIENTE JOVEM OU DE MAIS IDADE

O prêmio Nobel de medicina desse ano foi para uma dupla de cientistas que estão revolucionando e inovando na técnica de um tratamento que hoje é a esperança para milhões de pessoas - os aplicados com base em células-tronco. Nesse trabalho o britânico John Gurdon e o japonês Shunya Yamanaka descobriram como reprogramar uma célula madura e torná-la uma célula que pode se transformar em quase qualquer tipo de tecido humano. 

Dentre outras, um tipo de terapia apoiada nesse conhecimento, e bastante acessível na medicina regenerativa ortopédica, é o Plasma Rico em Plaquetas - PRP, onde a questão do risco de rejeição não existe, uma vez que a matéria-prima para o tratamento é obtida do próprio sangue do paciente.
Por exemplo, a osteoartrite – OA, que ocorre comumente em jogadores de futebol, que já têm história de trauma ou cirurgia articular, tipicamente apresentando dor e inchaço relacionados à atividade, e, perda de movimento, recebem muito bem o tratamento. Jogar futebol em alto nível também tende a ser um fator de risco permanente, independente se já há ou não o desenvolvimento de AO, e cabe a prevenção com tal procedimento.
Injeções articulares são uma opção de tratamento um tanto popular, pois são menos invasivas do que as respectivas cirurgias, são relatadas para dar um bom alívio sintomático. Estudos recentes mostram que pacientes que receberam uma única injeção de PRP, ou de HÁ (ácido hialurônico), tiveram uma melhora estatística significativa dois meses após a injeção, que permaneceu estável em todos os momentos por até dois anos. A partir deste ponto, a melhoria declinou, mas permaneceu melhor do que quando do início do tratamento, até o momento dos acompanhamentos finais do estudo. E ainda, aqueles tratados com o procedimento/injeções de PRP foram menos propensos a ter uma segunda intervenção, uma outra aplicação e/ou cirurgia nos primeiros dois anos pós-tratamento. Trata-se de mais uma opção médica para a abordagem nesses tipos de patologias, uma combinação com biológicos que além de resposta positiva, minimiza alguns dos fatores complicadores do tratamento conservador.


andreforti


DR. ANDRÉ PARAÍSO FORTI

CRM 86903
Ortopedia, Traumatologia e Medicina Desportiva, Graduação PUCCAMP,
Especialização e Pós-Graduação pela Escola Paulista de Medicina.

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