MEU FILHO MUITO AGITADO, É HIPERATIVIDADE?

VÂNIA SILVÉRIO

Gostou? Compartilhe!

Compartilhar em FacebookCompartilhar em Google PlusCompartilhar em TwitterCompartilhar em LinkedIn

É muito comum ouvirmos falar sobre a  hiperatividade nas crianças, mas, ser uma criança hiperativa é bem diferente de ser uma criança ativa

A hiperatividade, ou TDAH como é chamado o transtorno do déficit de atenção e hiperatividade, exige maior atenção e acompanhamento por parte dos pais e possivelmente de uma equipe multidisciplinar, de médicos e profissionais ligados a educação. O psicopedagogo poderá intervir com ação pedagógica e agir na melhora do desempenho escolar, que fica bastante prejudicado pelos fortes sintomas de:

  • impulsividade e inquietude corporal, não conseguindo se manter parado;
  • desatenção frequente nas atividades que exigem esforço mental;
  • impaciência;
  • dificuldade na organização de materiais, perda de objetos, dentre outros.

Por sua vez, a criança ativa pode também apresentar esses mesmos sintomas, momento esse onde pode ocorrer a generalização do comportamento, de forma equivocada. A criança mais ativa pode também apresentar dificuldades de aprendizagem, e requerer auxílio e intervenção pedagógica, de forma pontual, para aquele caso, e não de forma comum, como se todas as crianças fossem iguais, “hiperativas”.
O trabalho psicopedagógico, visa contribuir no ensino-aprendizagem tanto nas dificuldades de aprendizagem como nos diversos transtornos e distúrbios, respeitando as diferenças e peculiaridades da criança, buscando integrar intelectualmente o indivíduo no meio em que vive, de forma lúdica e prazerosa, através de jogos, brincadeiras, situações onde se possa concretizar o pensamento através da ação, do objeto concreto, possibilitando estabelecer relação e interação social.
“A criança precisa brincar para crescer e ampliar o potencial intelectual, essa é a forma que ela encontra para realizar o processo de equilíbrio com o mundo, maneira de assimilar, transformar o meio para que este se adapte às suas necessidades, e de acomodar, mudar a si mesma para adaptar-se ao meio”. Muniz, p.96, 2012

Muniz, Iana. A neurociência e as emoções do ato de aprender: / i. – Itabuna: Via Litterarum, 2012. 164p.

 

VANIASILVERIO

VÂNIA SILVÉRIO

Licenciada em Pedagogia; Professora do Ensino Infantil na Prefeitura de Americana; Especialização em Psicopedagogia Clínica Educação Especial, Neurociências e Aprendizagem.

(19) 99213.9145
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. '; document.write(''); document.write(addy_text95593); document.write('<\/a>'); //-->\n Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.