EU REALMENTE ME CONHEÇO?

Emanuele Mendes

EU REALMENTE ME CONHEÇO?

UM CONSTANTE CONFLITO, E A RESISTÊNCIA DAS PESSOAS EM SE AUTOCONHECER

Todos os dias nos deparamos com as postagens e status relacionados a decepções, frustrações, arrependimentos e sabotagens.

Estamos vivenciando uma era na qual “indiretas” são dadas o tempo inteiro. E será que essas indiretas não significam nada para quem as postou? Muito do que falamos e achamos do outro é na verdade o que falta ou sobra em nós – é o nosso próprio reflexo. Mesmo que seja uma questão difícil de admitir, essa energia que emitimos irá atrair ou afastar pessoas ao nosso redor.

Muitos dos nossos conflitos internos são expostos indiretamente aos outros, são nossos próprios conflitos, e, temos que aprender a enxergá-los e resolver.

O ser humano tende a esperar que as pessoas um dia irão mudar, mudar a forma de pensar, de se comportar e ser, mas a mudança tem que partir de cada um, não adianta eu querer mudar o outro sendo que também preciso de mudanças.

É fato que a palavra mudança assusta, pois nos tira da zona de conforto. Mudar significa tirar as coisas do lugar, mexer naquilo que está esquecido, achar o que estava escondido, e por isso a resistência das pessoas em procurar ajuda psicológica. Para muitos, é mais fácil remediar os sintomas do que trabalhar a causa e a maior desculpa das pessoas é que a psicoterapia demanda tempo. Não nos esqueçamos, o tempo é nosso amigo e nos ajuda a rever as coisas, e nada muda de um dia para o outro, não sou contra, mas remédios não ajudam a amadurecer.

Podemos aprender com nossos erros e é através das frustrações da vida que aprendemos a ser resistentes, mas para obter este aprendizado, é necessário estar disposto e aberto a novos métodos, a deixar o papel de vítima de lado e querer enxergar e assumir as consequências, e saber lidar com elas.

Com o processo de psicoterapia cognitivo-comportamental podemos auxiliar o indivíduo a se conhecer plenamente, reconhecer os eventos e situações que o incomodam, a saber trabalhar e moldar os pensamentos, reconhecer as emoções e lidar com elas com a finalidade de ter um comportamento assertivo. Lembrando que não tem limite de idade para se conhecer, basta apenas querer.

Afinal, como ser assertivos se não nos conhecemos? Como fazer uma escolha profissional se eu nem sei o que quero e ou quem sou? Como falar dos meus problemas se eu não consigo enxergá-los?

Como já foi mencionado, não podemos mudar os outros, mas podemos sim, com a nossa mudança, incomodar e fazer com que os outros enxerguem os seus avessos.

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Emanuele Mendes

Emanuele Mendes

CRP 06/109101

Psicóloga em Terapia Cognitivo Comportamental;
Pós-Graduada e Especialista em Orientação Profissional;
Especialista em Terapia Infantil;
Aplicação de testes WISC e WAIS;

Auriculoterapia Francesa
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