CRIANÇA GORDINHA. NEM SEMPRE É SAÚDE.

Camila Codogno Galego

CRIANÇA GORDINHA. NEM SEMPRE É SAÚDE.

Ai que lindo! Olha as dobrinhas, que vontade de morder! Essas são as expressões que mais escutamos após o nascimento de uma criança.
 

E para muitos isso significa uma criança saudável. Porém, precisamos ficar atentos pois pode ser o início de futuros problemas fisiológicos. Nosso corpo tem o seu desenvolvimento natural, assim, é bom que a criança mame por seis meses, exclusivamente, ou, que se retarde ao máximo a introdução de outros alimentos que não o leite materno. 

Permitindo-se algo diferente disso, nesse período inicial de alimentação, a tendência é o aumento do risco de futuras patologias, como a hipertensão arterial, colesterol, triglicérides, diabetes e obesidade. Pesquisas mostram que em dez famílias, nove delas apresentam alguém acima do peso. Os pais têm que ficar atentos com a alimentação nesse mundo moderno em que vivemos. 

Nossas crianças não brincam mais com atividades físicas, e cada dia que passa o sobrepeso vem aumentando na nossa sociedade. 

A Curva do Crescimento da Organização Mundial da Saúde - OMS é um parâmetro no acompanhamento dos nossos filhos, do zero aos dezenove anos. É uma ferramenta que pode auxiliar no acompanhamento nutricional nessa fase da vida. E quando o assunto é obesidade infantil atuar na prevenção é, mais do que nunca, uma prioridade! 

E ainda, as crianças de zero a doze anos, com sobrepeso, têm a tendência de no futuro próximo se tornarem adultos obesos, com maior probabilidade de adquirir, de forma precoce, os diversos problemas de saúde relacionados com a obesidade. A prevenção, com planejamento nutricional, sempre traz melhores resultados.

Gostou? Compartilhe: