MEU FILHO MORRE DE MEDO DE DENTISTA...

Vitor V. Bomtorin | Laura A. Dominici

MEU FILHO MORRE DE MEDO DE DENTISTA...

Técnicas modernas podem resolver esse problema.

O medo de dentista faz parte da realidade de muitos adultos hoje. É importante não passar esse receio para as crianças, e não partilhar com elas experiências negativas vivenciadas.

Atualmente os tratamentos são realizados de maneira mais simples e rápida, sem dor ou desconforto. Viver essa nova odontologia e ter esse contato precoce com o ambiente faz com que o futuro da criança seja bem diferente das crenças de seus pais e ou responsáveis.

De fato, os hábitos de higiene oral são estabelecidos ainda na infância. Buscar um profissional que facilite o primeiro contato da criança com o consultório odontológico é essencial, já que diferentes técnicas de abordagem precisam ser utilizadas - conforme a idade da criança. Quanto antes esse primeiro contato existir, mais facilmente a criança terá hábitos saudáveis no seu dia a dia, e de maneira mais simples passará por tratamentos que possam ser necessários. 

Os problemas bucais podem ocorrer desde o nascimento do bebê, tais como a alteração do freio lingual, feridas frequentes, sapinho, e também no seu primeiro dentinho.

A primeira visita ao dentista é sempre especial. Nela, cria-se o vínculo de confiança no profissional. Brincadeiras fazem parte da rotina e permitem essa relação ideal. A criança fica ambientada e tem a curiosidade despertada pelos instrumentos e equipamentos. Assim, é importante que nesse primeiro contato ocorra uma consulta de prevenção. Se possível não permitir que a primeira visita seja para realizar algum procedimento de urgência, quando já existe dor, gerando medo e ansiedade sobre esse novo ambiente.

Muitos pais e responsáveis relatam o receio de choro e resistência na consulta odontológica, motivo pelo qual este contato é sempre adiado. É importante ressaltar que o modo de uma criança demonstrar suas emoções é exteriorizando e reagindo à situação. O choro é normal, especialmente até os três anos de idade. Com a adaptação, este choro, na maioria das vezes é substituído por consultas alegres e divertidas.

Mas, se seu filho foi ao dentista numa consulta de urgência, não se preocupe. É possível reestabelecer essa relação de cumplicidade com a ajuda de um profissional treinado para isso, com consultas de acompanhamento e readaptação ao ambiente odontológico. Tratamentos realizados por profissionais especialistas em atendimento infantil, serão mais simples e rápidos, sem gerar traumas e desconfortos futuros.

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CRO/SP 108.682 | CRO/SP 108.762

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